Cidade Antifrágil

SINOPSE

As cidades são organismos vivos. Como todo organismo vivo, elas se adaptam, evoluem. Algumas consideram-se inteligentes, outras criativas, umas sustentáveis, outras turísticas, verdes, industriais, globais. Independente de suas características, todas elas precisam se preparar para o futuro sempre incerto.

Uma perspectiva para os lugares num futuro de incertezas

Cidade Antifrágil é o segundo livro de Caio Esteves. Lançado em 2021, no contexto da pandemia que reescreveu as regras do urbanismo, o livro propõe uma nova forma de pensar lugares: não apenas resilientes, que resistem e voltam ao estado anterior, mas antifrágeis, que se fortalecem com as crises.

Sobre o livro

Partindo do conceito de antifragilidade de Nassim Taleb, a ideia de que alguns sistemas não apenas sobrevivem ao caos, mas evoluem por causa dele, Caio Esteves aplica esse pensamento ao universo dos lugares. O resultado é uma abordagem inédita que combina place branding, placemaking e uma visão de futuro para construir cidades mais dinâmicas, adaptáveis e preparadas para as incertezas que o século XXI tornou inevitáveis.

“A cidade antifrágil é aquela que entende o panorama incerto de um futuro imprevisível e que, ao invés de tentar prevê-lo, cria mecanismos dinâmicos o suficiente para lidar de forma eficiente com as crises que certamente enfrentará — e que além de voltar ao estado anterior, aprende, aperfeiçoa, evolui.”

O que você vai encontrar neste livro

Cidade Antifrágil é estruturado em quatro partes. A primeira constrói o repertório conceitual, de Taleb ao urbanismo contemporâneo, que fundamenta a ideia de antifragilidade aplicada a lugares. A segunda apresenta as doze dimensões da cidade antifrágil, que vão de identidade e vocação a opcionalidade, transparência, supraterritorialidade e vitalidade comunitária.

As duas últimas partes, escritas por Ana Gabriela Godinho Lima e Carlos Piazza, aprofundam dois temas que o urbanismo convencional raramente enfrenta com rigor: as dimensões de gênero nas cidades antifrágeis, e a relação entre tecnologia, antifragilidade e o mito das cidades inteligentes.

Para quem é este livro

Gestores públicos que precisam tomar decisões no presente sem saber o que o futuro reserva. Urbanistas e planejadores que percebem que os modelos tradicionais de projeção não dão conta da complexidade atual. Profissionais de place branding e placemaking que querem uma abordagem mais robusta para os projetos que desenvolvem. E qualquer pessoa que mora em uma cidade e se pergunta por que ela parece sempre reativa, respondendo às crises em vez de se preparar para elas.

Ficha técnica

Autor: Caio Esteves
Editora: Realejo Edições · Ano: 2021
ISBN: 978-65-990108-6-6
Com colaboração de: Ana Gabriela Godinho Lima e Carlos Piazza

composição da marca lugares futuros FAQ

Antifragilidade, conceito de Nassim Taleb, descreve sistemas que não apenas resistem ao caos, como faz a resiliência, mas que se fortalecem com ele. Aplicada a cidades, significa construir lugares que aprendem, evoluem e se aperfeiçoam diante de crises, em vez de simplesmente tentarem voltar ao que eram antes.

Uma cidade resiliente resiste ao impacto e retorna ao estado anterior. Uma cidade antifrágil usa o impacto como insumo de evolução, sai do choque mais forte do que entrou. A diferença é essencial: resiliência é sobrevivência, antifragilidade é crescimento.

As doze dimensões são: identidade, vocação, visão, opcionalidade, participação popular e engajamento comunitário, imaginação e criatividade, qualidade urbana, escala humana, vitalidade comunitária, transparência, supraterritorialidade e narrativa baseada em ação.

Não isoladamente. A cidade antifrágil não nasce de uma ação isolada, é o resultado da sobreposição entre place branding, placemaking e uma visão estratégica de futuro, integrados de forma dinâmica e colaborativa, sempre envolvendo a comunidade.